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Produção Científica na Lourenço Castanho é reconhecida internacionalmente

Projetos desenvolvidos pelos alunos são premiados nas maiores feiras científicas do Mundo


A Lourenço Castanho tem um grande histórico de atuação em eventos científicos da América Latina e de outros países. A participação da Escola nessas feiras se dá, na mair parte das vezes, através de projetos científicos desenvolvidos pelos alunos, durante a 2ª série do Ensino Médio. O empenho e seriedade dos alunos em suas produções científicas nos renderam premiações de âmbito nacional e internacional.

Nossa caminhada começou no ano de 2016, com a premiação das alunas Eloísa Maria de Souza Falcão, Gabriela Fernandes, Maria Luíza de Oliveira Jorge e Mirela Rodrigues de Oliveira, na Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (MOSTRATEC), a maior feira de iniciação científica da América Latina.

As estudantes ficaram em 3° lugar na área de Ciências Sociais Aplicadas com os projetos: “Projeção e Desenvolvimento do Índice de Potencialidade de Adensamento Precário (Ipap)” e “Gravidez e Maternidade na Adolescência: Mobilidade Social e Sociabilidade Local na Periferia de São Paulo”. Elas foram premiadas ainda com a classificação para MILSET Internacional que aconteceu no ano seguinte em Fortaleza.

Em 2017, Mirela e Gabriela apresentaram novamente o trabalho “Projeção e Desenvolvimento do Índice de Potencialidade de Adensamento Precário (Ipap)”, na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE). O trabalho rendeu-lhes, além do primeiro lugar na feira, o prêmio da Associação Brasileira de Incentivo à Ciência (ABRIC) de Excelência em Ciência e o Prêmio Editora da Universidade de São Paulo. O projeto “Assentamentos Urbanos: Simulando o Desenvolvimento de um Padrão de Adensamento Urbano e Ambiental (Padua)”, de Isabella Lapoian Iervolino e Stéfani Augustoli Morcillo, foi o 4° colocado na área de Ciências Humanas da mesma feira.

Ainda em 2017, fomos representados na MOSTRATEC por Ana Carolina Bueno Gonçalves, Beatriz De Souza Bim e Clara Helena Vicentini Ferreira Do Valle. O projeto “Cartografia dos Adolescentes Desaparecidos no ‘Triângulo da Violência’ na Zona Sul da Cidade de São Paulo” ficou em primeiro lugar dentre os trabalhos com temáticas relacionadas às Ciências Sociais Aplicadas.

No ano seguinte, 2018, ocupamos duas das três primeiras colocações da FEBRACE. Ana Carolina, Beatriz e Clara foram novamente premiadas em primeiro lugar, recebendo o prêmio de Excelência Científica, conferido pelo Laboratório de Ciências Moleculares da USP e, ainda, foram classificadas para o ISEF (Internacional Science and Engineering Fair), evento que aconteceu nos EUA.

Em 3° lugar, tivemos as alunas Eloísa Maria De Souza Falcão e Maria Luíza De Oliveira Jorge, que já haviam sido premiadas em 2016. Dessa vez, elas ficaram em 3° lugar na área de Ciências Humanas. As estudantes se classificaram para a MILSTE AMILAT, evento realizado no Chile.

Na MOSTRATEC, Júlia Pereira Lima, Maria Luísa De Oliveira Collino Antiga e Natália Moraes Ferreira apresentaram o trabalho “Prevalência Social nas Mulheres em Tratamento Mastológico na Cidade de São Paulo: Um Estudo Com Base no Rastreamento Oncológico do Sistema Único de Saúde (SUS)”. As alunas levaram para casa o segundo lugar e a classificação para a FEBRACE do ano seguinte.

Neste ano, Júlia, Maria e Natália novamente brilharam com seu projeto: ficaram em segundo lugar na FEBRACE e em segundo lugar na MOSTRATEC. Elas foram premiadas ainda com a classificação para um evento científico que acontecerá no Chile.

Stella Hadassa foi premiada em primeiro lugar na MOSTRATEC e ainda recebeu o prêmio da ABRIC de Excelência em Ciência. Stella apresentará o projeto “Índice de Violência Escolar da Cidade de São Paulo” na cidade de Milão no ano que vem, como parte da premiação da feira de que participou.

Roberta Hernandes Alves, Coordenadora do Projeto Científico, explica que a liberdade de escolha entre os temas permite que os alunos explorem as diversas áreas de conhecimento e desenvolvam suas aptidões. “É muito importante que os alunos saibam quais são seus campos de interesse antes de escolherem seus cursos universitários e que eles possam conhecer diferentes linhas de pesquisa, com a Escola se apresentando como esse lugar de experimentação”.

A elaboração de projetos científicos durante o Ensino Médio possibilita um contato mais aprofundado dos alunos com o mundo da pesquisa de forma autônoma e também os prepara para o que virá durante sua trajetória acadêmica no ensino superior.


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