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Alunos assistem ao Grand Prix de atletismo e natação

Turmas dos 5°s anos conhecem o Cento Paralímpico


Pela terceira vez, alunos dos 5°s anos conheceram o Centro Paralímpico e assistiram ao Grand Prix de natação e de atletismo. As visitas ocorreram nos dias 25 e 26 de abril, durante o horário de aula. Essas saídas foram promovidas pelo Núcleo de Projetos Sociais da Loureço Castanho (NUPS).

“Cada vez é bem diferente”, disse o coordenador de Educação Física, Stefano Bigotti, explicando que, todos os anos, experiências diferentes surgem, e tudo depende de quem está presente naquele dia.

As crianças encontraram atletas do basquete paralímpico treinando e conseguiram observar detalhes da quadra e das cadeiras de rodas. Eles conversaram com a seleção brasileira de bocha, que viajou para uma competição no Canadá, no dia 27, e tiveram uma aula. Os atletas e os treinadores explicaram as regras e as técnicas da modalidade. Também assistiram às competições de atletismo e natação.

Além disso, os estudantes conseguiram jogar golbol e vôlei sentado, utilizando os espaços oficiais.

O aluno Bernardo Quito, do 5°F, estava bem animado com a atividade. “Esse é o lugar mais épico que eu já vim com a Escola. Eu nunca vou esquecer”.

As turmas conheceram, através das aulas de Educação Física na Escola, alguns esportes adaptados. “Fizemos atividades com restrições de sentidos e movimentos para que, antes de chegarmos ao Centro Paralímpico, os alunos se conscientizassem da dificuldade dos atletas”, explica a professora Laís Nozaki.

A jovem Luíza Ramirez, do 5°C, contou qual foi a parte que a deixou mais impressionada. “O golbol foi o que me chamou mais atenção, porque o gol é muito grande, e eu imagino o esforço que eles fazem para defendê-lo”. A colega de classe, Mariana Prado, compartilhou que o grupo da Lourenço chamou a atenção por sua animação. “Na competição de natação, tivemos até torcida, os meninos começaram a gritar e torcer para o Peru, e uma das técnicas veio nos conhecer”.

“A ideia é que as crianças tenham contato com o diferente. Os atletas podem até depender de outros indivíduos, mas são muitos habilidosos no que fazem, são os melhores, e isso impressiona as crianças”, finaliza Stefano.