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Conhecendo a nascente do Rio Tietê

Alunos do Ensino Fundamental II realizam estudo de campo em Salesópolis.


Como parte do Projeto Integrador “Como eu me relaciono com os problemas do mundo?”, os alunos do 6º ano viajaram, no dia 28 de agosto, para Salesópolis, para realizar um estudo de campo.

Segundo Lígia Paganini, professora de Geografia, os alunos estudam algum problema do mundo, como aquecimento global, poluição dos rios, trânsito, desperdício de alimentos, entre outros. A visita a Salesópolis foi para fazer uma relação com os trabalhos e entender a dinâmica do funcionamento do rio Tietê.

Ao chegarem a Salesópolis, os alunos foram divididos em dois grupos. Enquanto um grupo conhecia o Parque das Nascentes do Tietê, um outro visitava a Usina Parque de Salesópolis, sempre acompanhados pelos professores e monitores da empresa ECOTUR, que contaram a história do percurso do rio Tietê.

No Parque, foi explicado, por meio de um mapa, o percurso do rio Tietê, que começa limpo em Salesópolis e que passa por outras cidades como, Salto e Barra Bonita, municípios que os alunos também conheram.

Ainda no Parque, os alunos realizaram a trilha da Araucária, de 162 metros, e chegaram à nascente do rio Tietê. Lá, as turmas puderam fazer a análise da água.

Na Usina Parque, foi conversado com os alunos sobre o uso do rio. As turmas analisaram a paisagem e suas características e anotaram em seus cadernos o que poderia ser preservação e ameaça ambiental, como os eucaliptos, que sugam muita água e acabam diminuindo o número de nascentes – eram sete mil e, agora, quatro mil.

Maria Fernanda Queiroz, do 6º ano B, conta o que achou da experiência: “Eu achei legal ver diferentes fases do rio. Em Barra Bonita, ele já está um pouco mais limpo; em São Paulo, ele é bem poluído e, em Salesópolis, ele é limpo”.

Segundo Lígia Paganini, essa atividade é um conteúdo procedimental da Lourenço Castanho. “Nós prezamos muito que os alunos saiam da descrição simples e façam comparações”, afirma Lígia.

Os alunos levaram câmeras fotográficas para realizar registros necessários para o caderno de campo. Posteriormente, essas fotos virarão álbuns digitais.