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12ª Jornada das Profissões Lourenço Castanho

Alunos do Fundamental II e do Ensino Médio participaram de evento com ex-alunos e profissionais de diversas áreas.


No dia 07 de agosto, aconteceu, na Unidade do Ensino Médio, a 12ª Jornada das Profissões da Lourenço Castanho. O evento contou com a presença de diversos profissionais de diferentes áreas que apresentaram suas carreiras, além das mesas de conversas com ex-alunos da Escola que compartilharam suas novas experiências como universitários.

O evento, organizado anualmente, é parte integrante do Programa de Orientação Profissional da Lourenço Castanho. Ele tem como objetivo propiciar aos alunos dos 9ºs anos e do Ensino Médio, a oportunidade de interagir com profissionais e conhecer mais sobre várias carreiras, a partir do olhar de quem vive o dia a dia das universidades e das profissões.

“A Jornada é importante por uma série de motivos. Um deles é que você tem os jovens com opções gigantescas de cursos, e lidar com essa realidade só no último ano do Ensino Médio é pouco tempo para transformar tudo aquilo em desejo verdadeiro e em conhecimento”, afirma a coordenadora Daniela Coccaro.

Nesta edição, os alunos do Pró-Saber, parceiros do Núcleo de Projetos Sociais (NUPS) do Ensino Fundamental II, também participaram. “Eu achei bacana a Jornada das Profissões porque eu consegui conversar com um profissional de Psicologia e Pedagogia”, conta Gustavo Hellmans, do Pró-Saber, que pretende cursar Pedagogia.

O primeiro momento aconteceu na quadra da Escola onde mesas foram organizadas com ex-alunos de diversos cursos para que eles compartilhassem com as turmas a escolha da universidade, a decisão pelo curso e a rotina universitária. Marcelo Nahas, ex-aluno da Lourenço Castanho, que estava tirando dúvidas sobre o curso e a faculdade de Engenharia, contou que, quando ele era aluno e participou da Jornada das Profissões, acabou tendo um apoio de como estudar para o vestibular e de como era a faculdade.  “Quando a gente é aluno, a gente pensa que a faculdade é um bicho de sete cabeças, mas não é”, afirma Marcelo.

Os alunos Gustavo Boro, do 1ºC, e Eduarda Delfino, 1ºB, que acompanharam algumas mesas com os ex-alunos, compartilham o que acharam. “Como estamos na Escola, nós ainda não sabemos muito bem o que queremos e não temos uma noção de que área gostamos. Aprofundar nossos conhecimentos e poder tirar dúvidas ajuda muito”, diz Gustavo. “É muito legal poder ouvir a experiência de alunos que estão na faculdade porque, querendo ou não, ouvir isso de outras pessoas nos ajuda a ter uma ideia do que é e, às vezes, nos inspiram também”, diz Eduarda.

Após o bate-papo, os alunos seguiram para o auditório e salas de aula, onde aconteceram as mesas com os profissionais convidados das seguintes áreas: Administração; Empreendedorismo; Economia; Medicina; Nutrição; Cinema; Gastronomia; Moda; Arquitetura; Design; Engenharia de Produção, Civil e Mecânica; Pedagogia; Psicologia; Publicidade; Marketing; Jornalismo; Games; Novas Tecnologias; Direito; Direito Público e Artes Visuais, Cênicas e Musicais.

A desembargadora do Tribunal de Justiça de São Paulo, Mônica Magalhães, participou da mesa de Direito e destacou a importância da Jornada. “Acho bastante importante um evento assim, porque é um momento em que os alunos têm muitas dúvidas. Então, quando podemos conhecer especificamente cada carreira e suas possibilidades, isso ajuda a tomar uma decisão mais adequada”, diz.

O economista Bento Mussnich, que também é ex-aluno da Lourenço, relembrou de quando era aluno. “Há 18 anos atrás, eu estava sentado exatamente onde os alunos estavam hoje e acho incrível poder estar conversando com eles hoje”, destaca.

O aluno Dulio Beneducci, do 2ºB, ressalta a importância das conversas com os profissionais. “Nós não temos uma noção real até conversamos com alguém que tem um contato direto com a carreira. Além de podermos saber sobre o curso em si, é importante sabermos sobre a trajetória possível. O representante na mesa de economia nos contou que passou por diversos lugares, nos recomendou algumas coisas para termos um bom caminho e nos apresentou a verdadeira realidade e não só aquilo que fica no imaginário”, diz.