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Trabalhos da Lourenço Castanho são apresentados no IX Congresso ICLOC

Professores compartilham seus trabalhos no Congresso de Práticas na Sala de Aula.


Mais de quatro mil pessoas compareceram ao IX Congresso ICLOC – Práticas na Sala de Aula, no dia 27 de maio, nas dependências do Colégio Presbiteriano Mackenzie.

Com objetivo de compartilhar com outros educadores práticas nas salas de aula, mais de 30 educadores apresentaram seus trabalhos desenvolvidos na Lourenço Castanho.

No total, quase 2 mil professores de escolas públicas e privadas apresentaram 978 trabalhos, em 250 sessões.

No primeiro horário, a sessão 11 estava reservada para as apresentações de trabalhos relacionados ao componente curricular Matemática. Dentre os quatro trabalhos exibidos, dois eram da Lourenço. O “Jogo do Percurso”, elaborado pelas professoras Robervânia Correia, Fernanda Parras e Roberta Gionotti, mostra a dinâmica exercida com os alunos de quatro anos, que construíram e confeccionaram seus próprios jogos de percursos.  “No começo da atividade, eu tive muitos alunos que não gostaram de não serem os vencedores no jogo, porém, conforme as aulas aconteciam, eles começaram a encarar e a entender os ganhos e as perdas da vida”, conta Roberta Gianotti. Com essa prática, as crianças aprendem que, para além da vitória e da derrota, há também o empenho em ajudar o próximo e o saber esperar a sua vez, entre outras situações que acontecem na vida cotidiana. “Problemas espaciais: o que as crianças de 2 a 4 anos podem aprender?”, foi o tema do segundo trabalho da Lourenço Castanho, apresentado pelas professoras Talita Rodrigues, Marisa Sad e Juliana Goppro.

A sessão 96, que aconteceu no segundo horário, o professor e coordenador do Ensino Fundamental I, Paulo Chagas Dalcheco, apresentou o trabalho “Brinquedos e brincadeiras” do Projeto Integrador de Série, dos alunos do 2º ano. “A escola é o espaço das crianças e da infância. Na escola, elas podem se colocar plenamente. É ali que elas vão aprender a dizer o que estão pensando”, conta o coordenador. Na apresentação, Paulo mostrou a importância das brincadeiras no ambiente escolar e também como é possível inserir brincadeiras em cada componente curricular. “Temos que garantir um tempo para brincar na escola porque, às vezes, fora da escola isso não está garantido também” conclui.

Participando do Congresso pela primeira vez, Amanda Spinelli, auxiliar da Educação Infantil do Colégio Be.living, conta que a sessão 96 foi inspiradora: “Acho que existe muito repertório que nós, professores, podemos melhorar, e o ICLOC é um evento que proporciona isso”.

No último horário, a sessão 177 estava relacionada ao componente Língua Portuguesa. As professoras da Educação Infantil, Sylvia Taliba, Fernanda Gazal e Camila Groppo, falaram sobre reescritas de contos populares do mundo, apresentando as atividades desenvolvidas pelos alunos do Infantil 5, por meio da apresentação do livro “Festa no céu”. A atividade trabalha a habilidade dos alunos em recontar histórias, além de valorizar a diversidade cultural.

No final de todas as apresentações, foi aberto um espaço para que o público tirasse dúvidas, debatesse e interagisse com os palestrantes sobre os temas.

Maria Carolina Rodrigues Costa, professora do Ensino Fundamental I da escola Divino Salvador, em Jundiaí, contou que foi ao Congresso focada em saber mais sobre um componente: “Eu procurei algo específico, relacionado a Ciências, e gostei bastante de todas as palestras a que assisti. Foi tudo bem organizado, e essa oportunidade que o ICLOC oferece de trocar experiências é essencial”.

Veja também:

Depoimento da ex-aluna da Lourenço Castanho e atual aluna da Psicologia da PUC-SP, Bárbara Bim, sobre o IX Congresso ICLOC de Práticas na Sala de Aula.